Melhora sequencial dos resultados impulsionada por recuperação de volumes,
eficiência operacional e disciplina financeira
Receita Líquida: R$ 2,5 bilhões no 2T26 (-6% vs. 2T25), com volumes de venda estáveis vs. 2T25. O desempenho refletiu a apreciação média do real frente ao dólar (+11%) e a retração do mercado interno, parcialmente mitigados pelo crescimento das aplicações em veículos comerciais no mercado externo.
As receitas aumentaram 7% na comparação com o trimestre anterior (1T26), refletindo efeitos sazonais favoráveis e ganhos de participação de mercado no segmento de Componentes Estruturais (início de novos projetos e retomada de programas).
Fluxo de Caixa Operacional: geração de R$ 303 milhões, refletindo principalmente a gestão do capital de giro, com redução de R$ 117 milhões nos estoques, além da monetização de excedentes de energia contratada para períodos futuros, no valor de R$ 30 milhões. Como resultado, o ciclo de conversão de caixa foi reduzido em 26 dias em relação ao 2T25 e 5 dias frente ao 1T26.
EBITDA Ajustado: R$ 156 milhões (-26% vs. 2T25), e margem de 6,3% (vs. 8,0% no 2T25 e 4,3% no 1T26). A comparação anual foi afetada em R$ 104 milhões pela apreciação do real e do peso mexicano frente ao dólar, além do menor volume de produção, que reduziu a diluição de custos fixos. Esses efeitos foram parcialmente mitigados pelas iniciativas de eficiência operacional e pela melhoria do mix de produtos, que contribuíram com R$ 68 milhões.
O aumento das margens em relação ao 1T26 (+200 pontos-base) reflete principalmente principalmente o crescimento de volumes e o avanço dos projetos de eficiência, com impactos diretos em custos e na melhora dos indicadores operacionais e de qualidade.
Resultado líquido: prejuízo R$ 1 milhões (vs. lucro líquido de R$ 24 milhões no 2T25), decorrente do desempenho operacional.
Dívida Líquida: R$ 1,9 bilhão, reduções de 26% em relação ao 2T25 e 8% na comparação com o trimestre anterior (1T26). A relação dívida líquida/EBITDA Ajustado atingiu 4,14x (vs. 4,02x no 1T26), reflexo do menor EBITDA Ajustado acumulado nos últimos doze meses.
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